7 frases proibidas na hora de fazer networking

Por:Claudia Gasparini, deEXAME.com

 

 

 

 

 

 

Há quem acredite que, para fazer um bom networking, basta ser espontâneo.

Não é bem assim: por mais que a sinceridade e a transparência sejam obrigatórias para o sucesso das suas relações profissionais, falar a primeira coisa que vem à cabeça pode ser muito perigoso.

De acordo com Marcelo Derossi, cofundador do Clube do Networking, as palavras têm um impacto decisivo sobre a reputação de um profissional. “Toda a imagemque você construiu perante um contato pode ir abaixo por causa de uma frase infeliz”, diz ele.

 

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Quer evitar gafes e mal-entendidos? Veja abaixo 7 frases que é melhor evitar na hora de fazer networking, na opinião de Derossi e de Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos):

“Como é mesmo o seu nome?”
Uma citação célebre do escritor e orador norte-americano Dale Carnegie (1888-1955) diz que o som mais doce do mundo para uma pessoa é o som do seu próprio nome.

Esquecer e perguntar novamente à pessoa como ela se chama, no meio da conversa, é como passar um atestado de distração e desinteresse na relação, afirma Derossi. Uma dica para gravar o nome de um conhecido é repeti-lo várias vezes durante o diálogo. Além de facilitar a memorização, esse hábito fará com que o outro se sinta mais reconhecido e apreciado.

“Você consegue me arranjar um emprego?”
A regra mais elementar do networking é investir continuamente nas relações profissionais, e não explorá-las pontualmente em troca de um benefício imediato para você.

Por isso, demonstrar que você só está conversando com aquela pessoa porque ela pode indicá-lo para uma vaga, por exemplo, é um certeiro tiro no pé. “Se você soar interesseiro e não trouxer nenhuma vantagem para a outra pessoa, o contato dificilmente irá evoluir", diz Barbirato.

“Odeio minha empresa / meu chefe/ meus colegas”
Frases do tipo também são um péssimo cartão de visitas em sessões de networking. Quem fala mal do próprio empregador ou equipe soa intolerante e agressivo, diz Derossi.

Se a outra pessoa está pensando sobre como seria se vocês trabalhassem juntos, aí se encerram todas as dúvidas: pela acidez das suas críticas, ela entenderá que o seu forte não é a discrição - e muito menos a ética.

“O mercado está cada vez pior”
Por mais que a crise econômica enfrentada pelo país deixe pouco espaço para o entusiasmo, é bom controlar o seu pessimismo em conversas com pares do mercado.

Isso porque pessoas que preenchem encontros profissionais com desabafos e lamentações costumam ficar gravadas na memória alheia com um rótulo negativo. “Se você só reclama da profissão e do mercado, vão se lembrar de você como alguém desagradável, queixoso”, explica Derossi.

“Você é o máximo”
Segundo Barbirato, distribuir elogios falsos não costuma impulsionar a carreira de ninguém. Em outras palavras, se você acha que a outra pessoa será ingênua o suficiente para acreditar nas suas bajulações, talvez o ingênuo da dupla seja você.

Ser cordial e cumprimentar o outro pelas suas competências não é proibido, mas é sempre bom moderar o tom e ser sincero.

“Eu sou o máximo”
Assim como a bajulação, a vaidade tem efeitos nocivos sobre qualquer relação profissional. Ninguém gosta de pessoas narcisistas: falar apenas sobre si mesmo, descrevendo incessantemente as suas realizações, costuma afastar os outros.

“É essencial ser humilde, fazer perguntas sobre o outro, demonstrar interesse pelas competências dele”, afirma Derossi. Afinal, o seu contato deve saber quais são as suas habilidades, mas você também precisa conhecer as dele. Do contrário, não saberão como se ajudar mutuamente no futuro.

“Podemos voltar a falar de trabalho?”
Graças ao sangue latino, o brasileiro tende a valorizar muito as relações interpessoais, inclusive quando o assunto é trabalho. Assim, o networking só funciona se houver uma conexão informal e subjetiva com o outro.

Por isso, não é recomendável falar apenas sobre temas ligados à carreira e “cortar” as digressões do outro. Contudo, a informalidade não deve tornar o seu discurso vago. Na hora certa, diz Derossi, será preciso falar com objetividade e clareza sobre as suas intenções profissionais.

As 10 profissões mais estressantes para 2016

 

 

Trabalho= estresse para estas carreiras

São Paulo – Para algumas profissões, o risco da atividade é o principal fator estressante. Que o digam militares, bombeiros e policiais. Para outras, são os prazos e a interação com o público os aspectos que mais podem gerar nervosismo, como é o caso dos apresentadores de televisão ou de rádio e dos repórteres de jornais.

Imprevistos, exigências físicas, viagens e o potencial de crescimento da carreira também são levados em conta na hora de determinar o índice de estresse de uma profissão.

A partir da análise de todos estes fatores, são 11 no total, o site Career Cast criou uma metodologia capaz de identificar as profissões mais estressantes. A lista é publicada anualmente. Confira as carreiras que entraram nesta edição do ranking:

 

Militar

ProfissãoMilitar
Índice de estresse 84,78
Salário médio anual nos EUA 27.936 dólares

Bombeiro

Profissão

Bombeiro
Índice de estresse 60,59
Salário médio anual nos EUA 45.970 dólares

 

Piloto de avião

ProfissãoPiloto de avião
Índice de estresse 60,46
Salário médio anual nos EUA 103.390 dólares

Policial

ProfissãoPolicial
Índice de estresse 53,82
Salário médio anual nos EUA 58.360 dólares

Coordenador de eventos

ProfissãoCoordenador de eventos
Índice de estresse 49,93
Salário médio anual nos EUA 46.490 dólares

 

Executivo de relações públicas

ProfissãoExecutivo de relações públicas
Índice de estresse 48,46
Salário médio anual nos EUA

55.680 dólares

Executivo corporativo

ProfissãoExecutivo corporativo
Índice de estresse 47,46
Salário médio anual nos EUA 102.750 dólares

 

Apresentador de TV/ rádio

ProfissãoApresentador de TV/ rádio
Índice de estresse 47,3
Salário médio anual nos EUA 29.010 dólares

Repórter de jornal

ProfissãoRepórter de jornal
Índice de estresse 46,76
Salário médio anual nos EUA 37.200 dólares

Taxista

ProfissãoTaxista
Índice de estresse 46,33
Salário médio anual nos EUA 23.210 dólares

 

 

As competências mais buscadas por recrutadores no LinkedIn

 

 

São Paulo - O LinkedIn acaba de divulgar o ranking das competências mais procuradas por recrutadores no site em 2015.

rede social analisou as buscas feitas no Brasil e em outros nove países, como Estados Unidos, França e Índia.

As palavras-chave mais digitadas pelos empregadores entre 1º de janeiro e 1º de dezembro de 2015 foram agrupadas em 25 categorias de competências.

De acordo com o LinkedIn, as empresas ainda procuravam pelas mesmas habilidades nos últimos meses do ano passado, o que permite supor que elas continuarão quentes em 2016.

No Brasil, o 1º lugar da lista ficou com análise estatística e mineração de dados - que aparece em 2º lugar no ranking global e é a única competência entre as 4 principais de todos os países estudados.

De acordo com Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do LinkedIn no Brasil e na América Latina, o resultado não surpreende.

"Vivemos num mundo em que organizar, classificar e analisar dados é obrigatório para qualquer empresa", diz ela. "Competências associadas a essa atividade vão continuar no topo da lista por alguns anos ainda".

Reflexos da crise
Chama a atenção no ranking brasileiro o lugar ocupado por duas competências ligadas à área de recursos humanos. Entre 2014 e 2015, a busca por profissionais de RH com foco em benefícios e remuneração aumentou 15%. Por outro lado, o interesse por quem trabalha com recrutamento caiu 14% no mesmo período.

Para Fernanda, os números refletem o momento de crise econômica atravessado pelo país. 

Com a redução no número de vagas disponíveis nas empresas, esfria a procura por recrutadores e headhunters.

Já a valorização da área de benefícios e remuneração reflete o interesse das empresas em manter os melhores profissionais do mercado satisfeitos e fiéis a elas, explica a gerente do LinkedIn. 

Afinal, o cenário econômico adverso aumenta a preocupação com a retenção de talentos - que é, aliás, uma prioridade para 42% das empresas brasileiras, segundo um recente estudo do LinkedIn sobre recrutamento em 2016.

A crise política brasileira, disparada pela investigação de esquemas de corrupção em que se misturam agentes públicos e nomes da iniciativa privada,  também aparece refletida no estudo.

"A frequência de escândalos envolvendo políticos e empresários aumentou muito a busca por profissionais capazes de trazer mais ética e transparência para os negócios", diz Fernanda.

Não por acaso, três categorias de competências que não haviam aparecido no ranking brasileiro de 2014 marcaram presença na lista mais recente: direito empresarial e governança, políticas públicas e desenvolvimento de novos negócios.

Veja a seguir a lista com as 25 competências mais buscadas pelos recrutadores brasileiros no LinkedIn. Também aparece a comparação entre os resultados dos estudos de 2015 e 2014:

RankingCategoria de competênciaVariação da frequência de buscas 2014-2015
1 Análise estatística e mineração de dados 0%
2 Desenvolvimento mobile 9%
3 Segurança de qualidade (QA) de software e teste de usabilidade 9%
4 Logística 1%
5 Arquitetura da web e frameworks de desenvolvimento -2%
6 Middleware e softwares de integração -2%
7 Engenharia e armazenamento de dados 3%
8 Segurança da informação -2%
9 Recursos humanos (benefícios e compensações) 15%
10 Direito empresarial e governança não apareceu na lista de 2014
11 Segurança no trabalho não apareceu na lista de 2014
12 Design de interfaces 4%
13 Desenvolvimento de aplicativos para Microsoft 8%
14 Business Intelligence -6%
15 Sistema de Controle de Revisão (SCR) -8%
16 Recrutamento -14%
17 Políticas públicas e relações internacionais não apareceu na lista de 2014
18 Engenharia de materiais não apareceu na lista de 2014
19 Perl/Python/Ruby -4%
20 Desenvolvimento em Java -3%
21 Desenvolvimento de negócios e gestão de relacionamento não apareceu na lista de 2014
22 Marketing em mídias sociais -13%
23 Marketing digital -9%
24 Modelagem de software e design de processos -4%
25 Linguagens de shell scripting -7%

Já no ranking global, o destaque vai para a computação em nuvem e distribuída, uma área que ganhou fôlego rapidamente no ano que passou. 

"Em muitos sentidos, 2015 pode ser visto como o ano em que a computação em nuvem e distribuída passou de uma habilidade de nicho a uma competência com amplo destaque na força de trabalho global. Foi uma categoria muito quente em alguns países no ano que passou", diz o blog da rede social.

Veja abaixo a lista completa das competências mais procuradas no LinkedIn em todo o mundo:

RankingCategoria de competênciaVariação da frequência de buscas 2014-2015
1 Computação em nuvem e distribuída não apareceu na lista de 2014
2 Análise estatística e mineração de dados -1%
3 Gestão de campanhas de marketing 9%
4 Marketing, SMO e SEO 1%
5 Middleware e softwares de integração -3%
6 Desenvolvimento mobile 1%
7 Segurança da informação -3%
8 Logística -5%
9 Arquitetura da web e frameworks de desenvolvimento -1%
10 Design de interfaces 4%
11 Engenharia e armazenamento de dados 0%
12 Design de algoritmos -3%
13 Perl/Python/Ruby -3%
14 Linguagens de shell scripting 9%
15 Sistemas Mac, Linux e Unix -2%
16 Marketing de canal 4%
17 Virtualização 8%
18 Business Intelligence -12%
19 Desenvolvimento em Java 0%
20 Engenharia elétrica e eletrônica não apareceu na lista de 2014
21 Gestão e software para base de dados não apareceu na lista de 2014
22 Modelagem de software e design de processos não apareceu na lista de 2014
23 Segurança de qualidade (QA) de software e teste de usabilidade não apareceu na lista de 2014
24 Economia -6%
25 Direito empresarial e governança não apareceu na lista de 2014

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