10 aspectos do mundo corporativo que alguém precisa explicar pelo menos algum dia

 

 

1- Céu e inferno não tem fronteiras. Um dia a pessoa está no paraíso, noutro acorda no fundo do poço. Os mesmo que hoje bajulam, amanhã atiram pedras.

2 – Há quem consiga cair para cima. Quando todos pensam que já podem fechar o caixão, a pessoa ressuscita em outra posição, ainda melhor que a anterior.

3 – Não basta ser. Tem que parecer. Senão ninguém acredita que você é.

4 – Quando precisar de ajuda para algum trabalho ou projeto, peça sempre para quem está atarefado. Jamais para quem está com tempo. Este último arranjará alguma desculpa, enquanto o primeiro dará um jeito de atender à sua solicitação.

5 – Trate bem todas as pessoas. Uma delas poderá ser seu chefe amanhã. Ou pior, ainda ter ótima memória.

6 – Nem sempre o plano mais eficiente é aquele que foi muito bem elaborado e utilizou os melhores recursos. O melhor plano é sempre aquele que dá certo.

7 – O ótimo é inimigo do bom. Saber quando ficar só no bom é a chave, pois às vezes as pessoas perdem um tempo enorme com detalhes que não são relevantes e que não vão influenciar o resultado final. Não há nada mais inútil do que fazer com perfeição coisas inúteis.

7 – Muitas vezes não dá para tratar todas da mesma forma. Nesse caso, a justiça se faz pela diferença e não pela igualdade.

8 – É mais fácil um líder ser expelido do meio por aspectos de comportamentais do que por falta de competência técnica.

9 – Às vezes é melhor ficar em exílio trabalhista esperanto por um período, esperando a poeira baixar, do que ir em frente a todo custo e se dar mal.

10 – Para criar uma imagem ruim não leva muito tempo. Para apagá-la às vezes leva uma vida inteira. E sempre haverá alguém que não var querer se esquecer dela.

 

Atente para tudo isso, pois essas dicas não são palavras quaisquer. Elas foram produzidas pelo diretor de RH da Volvo do Brasil, Carlos Morassuti, uma pessoa de enorme liderança, experiência e sabedoria. E foram, quase que em 100%, extraídas do seu livro: “Volvo – O lado humano do sucesso“, pag. 163.

Exportações e importações do setor farmacêutico caem 14,6%

 

 

 

Crise econômica prejudica desempenho do setor no mercado internacional. Workshop irá discutir alternativas para promover as exportações

O desaquecimento da economia nacional já está refletindo na balança comercial do setor farmacêutico. Exportações e importações reduziram em 2015, passando do total de US$ 8,2 bilhões para US$ 7,0 bilhões — uma queda de 14,6%. “O país tinha uma condição desfavorável às exportações, que agora está agravada pela crise”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

Ciente disso, a entidade apoia o “2º Workshop Brasil como Plataforma de Exportações da Cadeia da Indústria Farmacêutica”, que acontece em 02 de março, das 14h às 18h, no L’Hotel PortoBay — Alameda Campinas 266, Jardim Paulista, São Paulo (SP). O evento é realizado pela Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos), em parceria com a Apex-Brasil.

Aumento em curto prazo
Uma pesquisa com 10 multinacionais farmacêuticas será lançada no encontro, para destacar e gerar debates sobre os principais entraves das exportações no setor. O levantamento identificou que existe capacidade produtiva para aumentar as vendas ao exterior em curto prazo, mas que os custos operacionais e o sistema regulatório nacional são desfavoráveis ao Brasil diante de outros países na América Latina.

Há, também, interesse das multinacionais em aumentar as exportações em médio e longo prazo. Contudo, seria preciso uma política pública eficiente para a criação de um contexto favorável ao país. Hoje, a balança comercial do setor está negativa em US$ 4,7 bilhões, sendo que nos últimos 10 anos seu déficit aumentou 147%.

“Ser um país atraente para exportações é fundamental para atrair investimentos e ampliar a produção nacional de medicamentos. Isso resultará em inúmeros benefícios ao país. Precisamos encontrar alternativas para criar esse contexto”, diz Britto.

O workshop contará com a presença de representantes da ANVISA, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Apex-Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

 

  • 25 de fevereiro de 2016

 

 

 

 

Crise econômica prejudica desempenho do setor no mercado internacional. Workshop irá discutir alternativas para promover as exportações

O desaquecimento da economia nacional já está refletindo na balança comercial do setor farmacêutico. Exportações e importações reduziram em 2015, passando do total de US$ 8,2 bilhões para US$ 7,0 bilhões — uma queda de 14,6%. “O país tinha uma condição desfavorável às exportações, que agora está agravada pela crise”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

Ciente disso, a entidade apoia o “2º Workshop Brasil como Plataforma de Exportações da Cadeia da Indústria Farmacêutica”, que acontece em 02 de março, das 14h às 18h, no L’Hotel PortoBay — Alameda Campinas 266, Jardim Paulista, São Paulo (SP). O evento é realizado pela Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos), em parceria com a Apex-Brasil.

Aumento em curto prazo
Uma pesquisa com 10 multinacionais farmacêuticas será lançada no encontro, para destacar e gerar debates sobre os principais entraves das exportações no setor. O levantamento identificou que existe capacidade produtiva para aumentar as vendas ao exterior em curto prazo, mas que os custos operacionais e o sistema regulatório nacional são desfavoráveis ao Brasil diante de outros países na América Latina.

Há, também, interesse das multinacionais em aumentar as exportações em médio e longo prazo. Contudo, seria preciso uma política pública eficiente para a criação de um contexto favorável ao país. Hoje, a balança comercial do setor está negativa em US$ 4,7 bilhões, sendo que nos últimos 10 anos seu déficit aumentou 147%.

“Ser um país atraente para exportações é fundamental para atrair investimentos e ampliar a produção nacional de medicamentos. Isso resultará em inúmeros benefícios ao país. Precisamos encontrar alternativas para criar esse contexto”, diz Britto.

O workshop contará com a presença de representantes da ANVISA, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Apex-Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A saúde está na UTI

 

É preciso iniciar o trabalho dando pequenos, porém decisivos, passos. É urgente priorizar as Unidades Básicas de Saúde, que estão arruinadas. Antes de construir novas unidades, é preciso fortalecer as já existentes, colocando equipamentos adequados, melhorando a remuneração e garantindo a segurança dos médicos que atendem nas UBSs mais afastadas das cidade. É obrigatório retomar programas de prevenção, como o Mãe Paulistana.

Outra prioridade deve ser o Hospital do Servidor Público Municipal, que está em situação degradante. Precisamos reformular e garantir selo de excelência para ele. Não há necessidade de soluções mágicas, basta adotar simples e eficientes ações. O município não tem uma rede on-line que disponibilize todos os prontuários dos pacientes. Criar um sistema que una todos as fichas dos pacientes economizaria dinheiro e reduziria tempo de atendimento, porque evitaria que a mesma pessoa tenha que fazer o mesmo exame duas ou três vezes desnecessariamente.

É incrível que, ainda hoje, o maior hospital municipal da cidade, o do Tatuapé, não tenha um sistema informatizado. Lá ainda é tudo na base do papel. Uma solução que tornaria o sistema mais funcional seria a cooperação entre as redes municipal e estadual. Ganharia a população paulistana, que seria muito melhor atendida. 0 problema dos dependentes químicos também precisa de atenção. A Cracolândia, no Centro, está crescendo de maneira assustadora. Por lá passam diariamente 2,7 mil pessoas, que consomem dez mil pedras de crack. E pequenas novas cracolândias estão se espalhando pela cidade. Esse é um breve diagnóstico da situação da saúde. A Prefeitura, no entanto, se faz de cega e surda e tenta maquiar os problemas em vez de resolvê-los de fato. A saúde de São Paulo está na UTI. E, para curá-la, é preciso começar com um diagnóstico correto e medidas simples e eficazes.

Artigo publicado no jornal Diário de S. Paulo em 31/01/2016

0131 Artigo Diario

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