Ops, desligamos o executivo errado!

 

 

Não há novidade em afirmar que já há muitos bons executivos disponíveis no mercado e que os desenhos de reorganização das empresas preveem – de maneira geral – estruturas mais eficientes e enxutas para os próximos meses (pelo menos seguindo o humor atual do mercado).

Tenho conversado com muitos destes executivos; grande parte deles excelentes no que fazem, porém sem uma posição executiva já há algum tempo. Mas isso não quer dizer que todos eles estejam parados; aliás, muitos deles têm comentado comigo sobre uma grande quantidade de projetos que surgem em diferentes modalidades de “contratação”. Fiz um esforço de traçar um fio conector para identificar a similaridade dos projetos tocados por estes executivos e a razão deles existirem dentro das empresas neste momento de mercado difícil.

Sem uma comprovação estatística ainda, percebi que muitos dos projetos surgem porque as empresas erraram no desligamento recente (até 24 meses) de seus executivos mais seniores. E estes executivos, contratados por projetos por assim dizer, entram muitas vezes para conduzir times ou garantir àquela senioridade que ficou faltando para que um projeto estratégico seja entregue. Muitas vezes estes projetos garantem o budget para 2016 ou mesmo o bônus dos executivos que ainda permanecem na empresa, e por isto a contratação imediata destes executivos mais seniores em caráter transitório se faz tão necessária.

Você pode pensar: “até aí, nenhuma novidade. O profissional mais sênior entra na empresa, entrega o projeto, e a ajuda a empresa a bater a meta”. A verdade é que – segundo os executivos com quem conversei – nem sempre é tão simples assim.

A dificuldade é que as empresas geralmente só percebem que falta senioridade para entregar um projeto ou uma meta quando – mesmo com a entrada do mais sênior e melhor executivo – o prazo original não é mais exequível. E isto tem assustado muitos executivos que veem uma possibilidade de terem seus budgetsainda mais reduzidos ou – ainda pior – suas metas não alcançadas por um erro na concepção da arquitetura organizacional da empresa em momento de redução de quadro.

A verdade, é que as ferramentas utilizadas pela grande maioria das áreas de RH hoje (mesmo as mais sofisticadas), preveem a mensuração da performance do profissional de maneira isolada. Avaliação 360º, 9box e atingimento de metas individuais, consideram somente a performance individual do profissional. O gapque pode ocorrer é não considerar outras interfaces que este profissional tem na organização e que – com uma eventual saída ou substituição – não são cobertas por outro profissional, especialmente se ele for mais júnior.

O mais desafiador é que este gap (na substituição ou desligamento) na maioria das vezes não é percebido inicialmente; é como uma figura de um ângulo agudo (com menos de 90 graus), onde o crescimento do problema se dá conforme o tempo passa.

Quer um exemplo? A participação de um executivo em um projeto de ERP. Mesmo ele não sendo o líder (que geralmente é um PMO bem mais júnior que ele , focado integralmente no projeto), sua saída pode complicar a entrega da implantação de algum módulo e isto pode prejudicar (e muito) a empresa. Outro exemplo é quando um profissional é o facilitador natural de relações conflituosas e políticas na empresa ou mesmo entre times muito grandes. Com a saída, nenhum expertise facilmente identificável é perdido, mas sem a sua interlocução entre as diferentes áreas, muitas frentes de trabalho simplesmente não se mostram bem-sucedidas ou levam o dobro do tempo para serem concluídas.

Fazer a identificação desta atuação “ampliada” do executivo e como ela pode impactar a organização em até 24 meses vindouros, pode parecer subjetivo, difícil de fazer, sem metodologia estabelecida ou mesmo sem drivers que podem ser facilmente tabulados. Não importa, as organizações e seus líderes precisarão considerá-la.

E se é verdade que as pessoas são a parte mais importante de qualquer negócio – máxima utilizada por todos gurus do management e pelos executivos que lideram as organizações – é hora de fazer valer o discurso.

BOA SORTE!

 

Por: Marcelo Cuellar

Marketing pessoal é tão importante quanto experiência profissional e boa formação.

 

 

A primeira impressão é a que fica –ao menos por um tempo, é. Um profissional que sabe "vender seu peixe" e tem uma postura firme e decidida perante os entrevistadores são os candidatos mais cotados para preencher uma vaga de emprego. Mas isso não significa que esses sejam os mais experientes ou mais adequados para o cargo.

Tão importante quanto um bom currículo, praticar o marketing pessoal faz com que você se diferencie no mercado de trabalho tão concorrido. E isso vai além das aparências ou de formas adequadas de se vestir, se comunicar ou se portar. Cordialidade, respeito no tratamento com as pessoas e a valorização do outro são fundamentais. "Quando bem administrado, o marketing pessoal ajuda o profissional a demonstrar os seus potenciais, sejam eles referentes às suas habilidades, como carisma e persuasão, ou qualidades técnicas, como conhecimentos e experiências adquiridas ao longo da trajetória profissional", explica Katia Nascimento, consultora de RH da Catho Online.

Muito além da autopropaganda, falar de si mesmo não significa se vangloriar ou se exibir. É muito mais do que isso. “Como em qualquer estratégia de produtos, a comunicação é importante, mas é apenas uma parte da história. Se o fabricante não entrega aquilo que comunica nas mídias e pontos de venda, será acusado de propaganda enganosa e terá sua imagem destruída pelos consumidores. É a mesma coisa no campo profissional”, diz a coach Ale Sanchez.

Plus profissional

Associar a gestão de carreira com um planejamento de marketing pessoal é essencial em um mercado competitivo. “Agregar valor a si próprio, fazer movimentos que demonstram os resultados obtidos no emprego, mostrar competências e causar um impacto positivo no ambiente de trabalho certamente aproximarão o profissional de suas metas –seja ela uma promoção de cargo, um aumento salarial ou mais visibilidade”, afirma a coach Ana Raia.

Isso vale principalmente nas entrevistas de emprego, nas quais os candidatos acabam prejudicados por não saber passar ao entrevistador todo o conhecimento e experiência que detêm, deixando de valorizar aspectos importantes de sua personalidade ou competências para o cargo. “Geralmente, os processos seletivos são realizados de forma acelerada e exigem a tomada de decisões e julgamentos rápidos. Quem não souber ressaltar seus pontos positivos e, principalmente, os diferenciais para ocupação do cargo, pode perder a chance para outro que soube vender suas qualificações naquele momento específico”, diz Katia Nascimento.

Promoções dentro da empresa também dependem do destaque. Nem sempre quem é mais competente ou tem mais experiência fica com os louros da vitória. “Não apostar em um bom marketing pessoal faz com que o profissional perca oportunidades importantes, por não ser percebido”, afirma Ale Sanchez. A especialista ainda conta que muitos de seus clientes se sentem desconfortáveis em falar de pontos fortes e por vezes têm dificuldades em reconhecê-los. “Mas saber demonstrar sua participação nos resultados obtidos é importante para ganhar visibilidade, deixar sua marca e aumentar as chances de crescimento na carreira”, segundo Ana Raia.

Só é preciso tomar cuidado para não ser exibido, arrogante ou inconveniente. Querer mostrar tudo o que faz, a todo momento, não é uma boa saída e ainda pode pesar contra.

 Dez dicas para você vencer e mostrar o excelente profissional que é:

1- Seja verdadeiro

Construir uma imagem sólida depende do reconhecimento de seus valores e da busca por empresas que não agridam estes mesmos valores, sendo coerente entre o que você é e a imagem que transmite. De nada adianta esforçar-se para passar uma imagem no emprego se fora dele suas atitudes que te norteiam são completamente opostas. Mais cedo ou mais tarde, você cairá em contradição e toda a sua imagem será prejudicada.

2- Transmita confiança

É importante que as pessoas sintam confiança em você. Por isso, cumpra tudo aquilo que se propuser a fazer. Não ter palavra é fatal para a credibilidade e a imagem. Saber trabalhar em equipe e influenciar os demais com atitudes construtivas e benéficas ao grupo e à empresa.

3- Aprenda

Quando não souber algo, pesquise, busque ajuda ou aprimoramento na execução de suas tarefas, tornando-se um especialista. Isso evitará que fique obsoleto ou que os outros lhe enxerguem como um arrogante.

4- Colabore

Seja ético e esteja disposto a ensinar quem precisa. Além de a empresa esperar sua contribuição, isso auxiliará a construir relacionamentos de confiança e respeito com os colegas de trabalho.

5- Faça um plano

Compreenda limitações e coloque objetivos para a carreira e crescimento na empresa. Lembre-se que suas metas pessoais só serão atingidas nessa organização se antes você atingir as metas da empresa. Portanto, nunca perca de vista o sucesso do negócio no qual você está inserido.

6-  Redes sociais 

Por mais eficaz que sejam como ferramentas de construção de um bom networking, quando mal utilizadas, as redes sociais podem ser fatais. Pergunte-se com frequência: o que meu chefe (ou entrevistador) encontrará ao procurar meu nome na internet? Atualmente, não são raras as pessoas que perdem o emprego por postar afirmações ou filosofias totalmente contrárias à da empresa na qual trabalham. Isso vale também para fotos incompatíveis com a imagem profissional que você deseja construir (deixe as fotos da bebedeira guardadas só para você).

7-  Conheça o ambiente

Observe e pesquise tudo e a todos. É fundamental entender o local de trabalho, a cultura da empresa, o que funciona ou não em seu mercado. Essa visão mais ampla ajudará a escolher como agir em diversas situações. Evite ainda comportamentos inadequados, como usar camisa de times de futebol ou falar ao celular enquanto exerce suas atividades se a sua empresa proíbe. Descumprir estas regras passa imagem negativa e ainda lhe deixa sem crédito com seu chefe.

8- Networking 

Construir uma rede de relacionamentos certamente ajudará a promover a carreira e a imagem no mercado de trabalho. Conversar, trocar conhecimentos e informações é muito importante. Mantenha boas relações com colegas de empresas que você já trabalhou e com pessoas da área. Você pode vir a trabalhar com elas quando menos esperar.

9- Alegre-se

A vida profissional é um grande canal de realização pessoal. Por meio dela, aprendemos mais sobre nós mesmos, evoluímos e contribuímos com o mundo. Ter uma visão mais positiva ajudará você a ficar inteiro em tudo o que faz. Ao considerar o trabalho como um mal necessário, tudo tende a ficar mais pesado e cansativo.

10- Tenha bom humor 

É fundamental dar o melhor de si e ir além do descrito no cargo. Por isso, não encare as metas como um fardo. Superá-las, com bom humor, otimismo e flexibilidade para compreender as situações, além de auxiliar os demais do grupo, é um grande passo para as atenções se voltarem para você.

Adaptado para o Pulse.

Fonte: 

http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2012/03/26/marketing-pessoal-e-tao-importante-quanto-experiencia-profissional-e-boa-formacao.htm

A ROCHE VAI PAGAR R$ 1,6 BILHÃO PELA EMPRESA DE UM CIENTISTA BRASILEIRO. POR QUÊ?

Para os portugueses Luis Arsenio, 41, e Donato Cordeiro, 39, a deficiência na saúde pública brasileira se tornou uma oportunidade de negócio. Amigos há mais de 20 anos e empreendedores há pelo menos dez, os dois fundaram as empresas de tecnologia iLevel e a Digital Consulting antes de ingressarem no ramo da saúde. Mas, em 2014, encontraram no país uma boa chance para montar um negócio.

Utilizando o conceito desenvolvido nos Estados Unidos de clinicas médicas de varejo (retail walk-in clinics), a única unidade da Minuto Med se encontra no Shopping Penha, na cidade de São Paulo, “um ponto de fácil acesso e de grande circulação de pessoas”. O objetivo dos empreendedores é oferecer consultas, exames, procedimentos e check-ups a preços acessíveis.

A ideia surgiu depois que os três fundadores realizaram um estudo sobre os setores público e privado de saúde no Brasil. “O sistema público tem dificuldades nos atendimentos gerais e o setor privado está cada vez mais focado em áreas específicas”, diz Paranzini.

Para tirar o projeto do papel, os empreendedores receberam um aporte de R$ 1 milhão de um grupo de investidores. Além do dinheiro, Arsenio afirma que reunir as áreas de trabalho de cada um dos fundadores foi essencial para a consolidação do projeto. “Eu cuidei da tecnologia, o Don da estratégia e o André da parte médica.”

Foram seis meses de planejamento até lançar a primeira unidade na Zona Leste de São Paulo. O consultório funciona com duas equipes, formadas por um médico e dois enfermeiros, que se revezam em turnos ao longo da semana.

No consultório, o pacote básico de atendimento, que inclui uma consulta, a aplicação de medicação (se necessária) e o retorno, sai por R$89. Segundo Arsenio, o tempo médio dessa consulta é de 20 minutos.

Além dos serviços básicos, a clínica também oferece check-ups e mais de dois mil exames, com valores variando entre R$ 149 e R$ 300. São 500 pacientes por mês utilizando o serviço da Minuto Med. E apenas com esta unidade, Arsenio afirma que a empresa deve faturar R$ 500 mil em 2015.

Por enquanto, somente o convênio da Unimed é aceito pela Minuto Med. Mas, segundo Arsenio, a alternativa representa muito pouco do valor arrecadado pela empresa. “A maioria está aproveitando os preços para pagar no cartão de crédito. Mas a intenção, sem dúvidas, é aumentar o número de convênios que trabalham com a gente”, diz.

Próximos anos

Com o sucesso dos primeiros meses de empresa, a Minuto Med já conseguiu mais uma série de investimentos de diferentes fontes – que a empresa optou por não revelar. Segundo Arsenio, os empreendedores estão com R$ 10 milhões em “caixa” para tocar a empresa nos próximos anos. “Tivemos tantos interessados que fomos obrigados a recusar investimento”, afirma.

A meta da empresa é, com esse dinheiro, abrir mais seis clínicas até o fim de 2016 e alcançar 250 unidades até 2020. Caso consigam atingir esse número, o empreendedor afirma que a previsão de faturamento da empresa é de R$ 400 milhões nos próximos cinco anos. Segundo Paranzini, ainda não há definição de como expandir o negócio, mas laboratórios e franquias são duas possibilidades.

 

09/09/2015 07h08 - ATUALIZADA EM: 09/09/2015 14h49 - POR NAYARA FRAGA

 

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