8 sites que você deveria acompanhar diariamente, e porquê

Muitos já devem ter notado quais nossas principais referencias no mercado, quem acompanhamos para termos a cabeça sempre fresca quando o assunto é inovação e saúde digital.

Alguns irão pensar “mas estão mostrando para todo mundo suas referencias, por que?” A resposta é simples. A natureza já cansou de nos mostrar que compartilhar faz com que o mundo evolua, então aproveite, compartilhe e traga outras referencias para conhecermos.

MobiHealth News

Uma das primeiras fontes que se tornou uma referencia pessoal, o MobiHealthNews é baseado em Boston (Região das universidades de Harvard, MIT e Cambridge), e a maior parte de suas matérias são sobre mHealth (o nome já diz tudo).

Criado pro Brian Dolan, o MobiHealthNews tem uma linguagem interessante e traz sempre matérias bem pesquisadas, com dados relevantes sobre o mercado e uma visão única. Inclusive conheci durante a viagem à Salmed um de seus colunistas, Jonah Comstock, que transmite todo conhecimento off-line que tem, para o MobiHealthNews.

MedCity News

Com uma linha editorial mais ampla que o MobiHealthNews, o MedCity News é uma fonte interessante para diversas áreas do Digital Health, e sediada Cleveland, Ohio. Fala bastante de sobre os movimentos dos Big Players no mercado, hospitais, medical devices, farmacêuticas, política e startups.

SingularityHub

Você sabe como será a saúde daqui 5 anos? E daqui 20 anos? O Sigularity Hub é uma fonte para esse tipo de informação, ou pelo menos tem um conteúdo que o ajuda a imaginar o futuro. Seu slogan inclusive é “Ciência. Tecnologia. O Futuro da Humanidade”

Criado por Keith Kleiner, fudador associado da Singularity University, ex-Google, suas matérias são sempre sobre tendências, pesquisas de ponta, assuntos que literalmente parecem ter saído de filmes do George Lucas e sua série Star Wars.

VentureBeat

O próprio nome já denuncia o posicionamento do Venture Beat. Trata-se de um portal de conteúdo focado em dinheiro tecnologia e pessoas.

Produzem conteúdo em diversas verticais, como Big Data, Nuvem, Educação, Empreendedorismo, Saúde, Mídia, Ciência etc.

TechCrunch

Uma das referencias mais conhecidas da lista, o TechCrunch busca criar perfis sobre startups e novas tecnologias. Fundada em 2005 por Michael Arrington, o TechCrunch promove diversos eventos, que já contaram com personalidades como Mark Zuckerberg.

O TechCrunch possui um banco de dados de startups muito interessante, chamado CrunchBase. Nele você poderá acompanhar as startups e empresas que recebem investimento, bem como estimar o tamanho de cada uma delas.

Mashable

Outra fonte muito conhecida no mercado de tecnologia, o Mashable se posiciona como uma fonte de noticias, informações e recursos para a geração conectada.

Empreendedores e pessoas que amam tecnologia devem ler pelo menos uma vez por semana o Mashable. Serve de fonte de novidades e inspiração. Ao contrário do que se imagina, notícias sobre saúde, ou que impactam indiretamente o setor, são bem comuns.

StartupHealth

Embora o StartupHealth seja uma aceleradora cediada em Nova Iorque, sua newsletter é forrada de noticias interessantes sobre startups e novidades no mercado.

Se tiver mais curiosidade, confira a entrevista que fizemos com Unitiy Stoakes (CEO), antes do Health 2.0 Latin America Conference.

Rockhealth

Assim como o StartupHealth, a RockHealth é uma aceleradora para startups de saúde, liderada por Halle Tecco.

Planeje-se (de verdade!) para alcançar o sucesso profissional em 2016

Quem tem vontades e ambições de crescer na vida profissional não pode esperar de braços cruzados. É importante estabelecer claramente os objetivos a serem perseguidos, aonde você quer chegar ou estar daqui um, dois ou cinco anos. Sem metas bem definidas, ficamos à deriva.

Quando não sabemos exatamente o que desejamos, despendemos esforços sem obter resultados efetivos. Já quando temos objetivos, nossos pensamentos condicionam todos os outros em busca daquele resultado.

Para começar a elaborar essas metas, muitas pessoas aproveitam algumas situações, como o início do ano ou a mudança de emprego. Entretanto, com o passar dos meses, aquela lista de desejos é abandonada no meio do caminho. Por isso, a época de planejar é o período que precisa ser mais trabalhado. 

O autoconhecimento também é importante. O esforço e a coragem não são suficientes sem propósito ou direção. Pesquisas na área comportamental mostram que os indivíduos mais eficazes são aqueles que se conhecem melhor, tanto os seus pontos fortes quanto os fracos, estando, por isso, habilitados a desenvolver estratégias mais adequadas às solicitações do meio em que interagem. Pergunte a si: Quais foram os momentos da minha vida em que me senti bem? O que eu tinha? Quem sou eu? O que eu quero ser daqui a 5 anos?

Não deixe o medo, a procrastinação, o perfeccionismo, a ansiedade ou a falta de determinação atrapalharem sua busca pela realização profissional. Para isso, listo quatro pontos primordiais para começar hoje mesmo seu plano de desenvolvimento profissional:

1) Tenha foco. Atente-se ao seu objetivo final. Procure terminar cada tarefa iniciada, dê o seu melhor e lembre-se sempre porque cada ação é importante para que alcance seu resultado plenamente.

2) Fortaleça os pontos fortes – Descubra seus talentos, suas habilidades e competências, e busque aperfeiçoá-las a cada dia.

3) Esteja atento ao que precisa melhorar. Procure eliminar crenças limitantes e comportamentos sabotadores.

4) Fique atento às oportunidades. E, quando elas surgirem, esteja preparado para agarrá-las.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro "Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos" e coautora de "Coaching na Prática - Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida". www.bibiannateodoricoach.com.br

AS REDES SOCIAIS COMEÇAM A SER DECISIVAS NO RECRUTAMENTO DE PESSOAS

SOCIAL MEDIA

 

 

As redes sociais, em forma de plataforma informática, com os pequenos anos de vida que têm deixaram de ser há algum tempo apenas um serviço de partilha de conteúdo e de interação entre os utilizadores. Para além daquilo que publica e o cuidado a ter com a privacidade, (reveja sempre o conteúdo de outros na sua cronologia, antes de outros verem) as empresas começam a dar grande ênfase às redes sociais para recrutar bons candidatos. As redes sociais começam a ser decisivas no recrutamento de Recursos Humanos.

Para além daquilo que se publica é preciso ter cuidado com o que se gosta. Atenção que estar nas redes sociais é o mesmo que estar na vida real. Se se expor em excesso, a sua credibilidade fica abalada, porque para além de utilizador comum tem um currículo profissional a defender.

O que acontece com as redes sociais é tornar uma atitude ou um estado de espírito privado, que podia ser reservado, em público.

Os comportamentos em excessos normalmente não têm um final feliz.

Um estudo da CareerBuilder aponta que 51% das empresas que pesquisaram sobre profissionais através das redes sociais desistiram da contratação devido a conteúdos por eles publicados ou onde houve interação.

O estudo mostra que 43% das empresas afirmam utilizar as redes sociais como forma de saber mais sobre os candidatos. Cerca de 45% das empresas, disseram que utilizam ferramentas como o Google para a prospeção de novos colaboradores e 12% dizem que analisam posts e comentários dos candidatos.

A análise da consultora revela que a monitorização das redes sociais é cada vez mais recorrente e o comportamento dos empregados nas redes é observado constantemente. “A empresa está atenta ao que se fala sobre ela. Por mais que seja uma rede social pessoal, os colaboradores das empresas precisam respeitar a política de governação da empresa e ficarem atentos.
As empresas deviam dar aos seus colaboradores um manual de boa utilização das redes sociais com todas as regras importantes para a empresa.

As redes sociais oferecem às empresas candidatos e uma ideia da personalidade do profissional. Normalmente, o que é utilizado no recrutamento para saber se o comportamento do utilizador é adequado à cultura da empresa, é se o perfil nas redes sociais tem peso importante; o conteúdo que se posta ou publica; e o que os amigos publicam sobre ele. Isto tudo determina a sua passagem à fase de seleção.

Para concluir: É importante que os utilizadores das redes sociais tenham a certeza que qualquer pessoa pode ver o que foi publicado, inclusive um futura empresa ou responsável. Há especialistas que recomendam que há conversas que devem ser efetuadas em áreas reservadas, opiniões, preconceitos, tomadas de posições políticas, etc.

 

Por:

Fundador do Blogue MediasSociais – a nova tendência, experiência em Jornalismo, Formação em Comunicação Empresarial e Pós-Graduação em Marketing & Banking Social Media no ISGB. Autor dos eBook’s Toolkit de Social Media Marketing e Pensar Social Media.

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